quinta-feira, 29 de março de 2012

TCU aponta superfaturamento milionário em edital para novo hospital da Ufam


Auditoria do Tribunal de Contas constatou indícios de sobrepreço de R$ 8,9 milhões na obra, orçada em mais de R$ 94 milhões.

 Isaac de Paula - jornalismo@portalamazonia.com
Projeto gráfico do novo hospital universitário. Arte: Divulgação/Ufam
MANAUS – Está suspensa a execução do edital para a construção do novo Hospital Universitário Getúlio Vargas (HUGV), em Manaus. A medida é uma decisão do Tribunal de Contas da União (TCU), que constatou indícios de sobrepreço de R$ 8,9 milhões na obra, orçada em mais de R$ 94 milhões.
As indicações de cobrança acima do correto veio durante auditoria realizada nos dois primeiros meses deste ano. Os técnicos do Tribunal constataram ainda deficiência nas planilhas de preços da obra. A abertura da licitação ocorreu em dezembro de 2011 e a conclusão do processo estava prevista para o último dia 27 de fevereiro.
De acordo com o TCU, as justificativas apresentadas pela Ufam não comprovam a existência de especificidades nos itens com sobrepreço a justificar um custo superior ao previsto nos sistemas de referência. Agora, com a suspensão, a Universidade tem um prazo de 15 dias para enviar ao Tribunal a cópia dos documentos referentes às propostas de preços oferecidas.
Os recursos para a construção do novo HUGV serão destinados pelos Ministérios da Educação (MEC) e da Saúde (MS), além do Banco Mundial. As obras têm duração prevista de 36 meses, em formato modular. Com isso, a Universidade espera não interromper as atividades de ensino e assistenciais de saúde do local.
Arte: Divulgação/Ufam
O hospital
De acordo com o projeto, o HUGV terá 13 pavimentos, heliponto e garagens com capacidade para 420 veículos, em uma área construída de 34.660 m². Além disso, as novas instalações permitirão uma capacidade de internação de 300 pacientes, sendo que 30 desses serão destinados a regime de terapia intensiva.
Um dos grandes marcos tecnológicos do Novo HUGV será a Sala Híbrida de Cirurgia, uma das primeiras do País, formatada para realização de cirurgias assistidas por equipamentos de imagens. Além dela, existirão 11 salas de cirurgia ao todo, algumas com capacidade para realização de transplantes.
O hospital também disponibilizará um Centro de Diagnóstico com equipamentos de última geração para realizar exames de Ressonância Nuclear Magnética, Tomografia, Medicina Nuclear, Raio X, Endoscopia, entre outros. Outra novidade possibilitada serão os serviços obstétricos, gerenciados a partir da técnica PPP (pré parto, parto e pós parto).
Tratamentos de hemodiálise e quimioterapia também serão oferecidos no novo ambiente. A estrutura contempla, além das Clínicas de Ginecologia e Obstetrícia, inexistentes no hospital, a pediatria, atualmente em processo de reestruturação. Também será construído um andar exclusivo para a área de ensino, com auditórios e salas de aula que incentivarão a realização de pesquisas e a implantação de novas residências médicas.
Arte: Divulgação/Ufam

Empresa traz para Manaus máquina que retira plantas sem danos


Manaus será a base de distribuição do produto no Brasil

 Marcellie Rocha - Amazon Sat
maquina arranca plantas sem causar danos ao meio ambiente
maquina arranca plantas sem causar danos ao meio ambiente
MANAUS – A preocupação com o meio ambiente é mundial. Em alguns países, isso se reflete em novas tecnologias que auxiliam na preservação de florestas, da fauna e flora.
Com o pensamento na questão da sustentabilidade, uma empresa canadense trouxe para Manaus uma nova tecnologia: máquinas que ao invés de cortar e matar árvores para abrir espaço para construções, retiram plantas sem causas dano.
De acordo com Welse Pedrosa, representante das máquinas em Manaus, o objetivo da empresa é comercializar um produto que possa proteger o meio ambiente com o uso de tecnologia avançada.

Para o presidente da empresa canadense, Marlin Tillart, os planos para o futuro são ambiciosos. Desenvolver a marca, gerar empregos e tornar Manaus a base de distribuição do produto. “Escutamos muito falar do Brasil. Temos amigos que vivem aqui e queremos muito iniciar uma parceria. Vamos aproveitar os incentivos fiscais e fazer de Manaus a base da distribuição”, declarou.
Assista ao vídeo e saiba mais:



Edição Web: Glaucia Chair – Portal Amazônia

Manaus ganha cinco novas Áreas de Proteção Ambiental


As novas áreas ambientais são: Parque Linear do Bindá, na zona Centro-Sul; Parque Linear do Igarapé do Gigante, zona Oeste; Parque Ponta Negra, zona Oeste; Adolpho Ducke, zona Norte; e campus da UFAM, ULBRA, Condômino Residencial Elisa Miranda, Lagoa do bairro Japiim e Acariquara

    A reserva Adolpho Ducke, localizada na zona Norte, também possa a ser intitulada com o termo Área de Preservação Ambiental. Ocupando um perímetro de 182.408.234,25 m2
    A reserva Adolpho Ducke, localizada na zona Norte, também possa a ser intitulada com o termo Área de Preservação Ambiental. Ocupando um perímetro de 182.408.234,25 m2 (Antonio Menezes)
    Os decretos nº 1.499, 1.500, 1.501, 1.502 e 1.503 foram divulgados no Diário Oficial do Município (DOM) dessa terça-feira (27) oficializando cinco novas Áreas de Proteção Ambiental (APA) em Manaus.
    A primeira área é a denominada ‘Parque Linear do Bindá’, na zona Centro-Sul de Manaus, e possui uma superfície total de 58.845,53 m² (Cinquenta e oito mil, oitocentos e quarenta e cinco metros e cinquenta e três centímetros quadrados).
    Localizada na zona Oeste – compreendendo trechos dos bairros da Ponta Negra, Lírio do Vale, Planalto e Tarumã –, também foi criada a Área de Proteção Ambiental ‘Parque Linear do Igarapé do Gigante’, com área total de 1.551.882,92 m2 (um milhão, quinhentos e cinquenta e um mil, oitocentos e oitenta e dois metros quadrados e noventa e dois centímetros quadrados).
    Ponta Negra Até mesmo uma área nobre da cidade, a Ponta Negra, na zona Oeste, recebeu o título de Área de Proteção Ambiental. Com área de 398.272 m2 (trezentos e noventa e oito mil, duzentos e setenta e dois metros quadrados), uma parte do bairro deve ser preservada.
    A reserva Adolpho Ducke, localizada na zona Norte, também passa a ser intitulada com o termo, ocupando um perímetro de 182.408.234,25 m2, (cento e oitenta e dois milhões, quatrocentos e oito mil, duzentos e trinta e quatro metros e vinte e cinco centímetros quadrados).
    Outro lugar que recebeu a denominação de APA foi o que engloba as áreas da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), Universidade Luterana do Brasil (ULBRA), Condômino Residencial Eliza Miranda, Lagoa do bairro Japiim e Acariquara. O espaço que engloba as zonas Sul e Leste da cidade perfaz uma área de 759,15 ha (setecentos e cinquenta e nove hectares e quinze centiares).
    Segundo as justificativas contidas no DOM, a medida da prefeitura visa assegurar a preservação do meio ambiente, bem como uso comum e essencial à sadia qualidade de vida da população.
    Gestão dos espaços A responsabilidade pela gestão das áreas será da secretária Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas), que deverá criar conselhos para auxiliar nas suas administrações. Esses conselhos deverão ter representantes do Poder Público Municipal, de Organizações da Sociedade Civil, Instituição de Ensino e Pesquisa, Associações comunitárias da área urbana e rural.
    O decreto prevê também que, até que o zoneamento ambiental e Plano de Manejo estejam concluídos, itens com prazos de cinco anos para serem elaborados, serão utilizadas nas áreas regras que constam do Plano Diretor Urbano e Ambiental de Manaus e das Normas de Uso e Ocupação do Solo no Município de Manaus, conforme o artigo 27 da Lei 672, de 04 de novembro de 2002, e Resolução nº 100/2006 – do Conselho Municipal de Meio Ambiente (Comdema). Essa legislação regulamenta as áreas verdes em projetos de conjuntos, loteamentos, condomínios de unidade autônoma e vilas, sem prejuízo da legislação municipal, estadual e federal de meio ambiente.

    Câmara dos Deputados aprova Lei Geral da Copa


    A Lei Geral da Copa disciplina os direitos comerciais da Federação Internacional de Futebol (Fifa) na realização da Copa do Mundo de 2014 e estabelece privilégios temporários à entidade e seus associados durante o evento esportivo

      A Câmara dos Deputados acaba de aprovar o projeto da Lei Geral da Copa, ressalvados os cinco destaques que visam a modificar o texto apresentado pelo relator da matéria, deputado Vicente Cândido (PT-SP). A aprovação se deu em votação simbólica. Quase a totalidade dos deputados presentes apoiou a proposta. Os deputados do PSOL foram únicos que votaram contra a matéria.
      A Lei Geral da Copa disciplina os direitos comerciais da Federação Internacional de Futebol (Fifa) na realização da Copa do Mundo de 2014 e estabelece privilégios temporários à entidade e seus associados durante o evento esportivo.
      Aprovado o texto principal, os deputados iniciam daqui há pouco a votação dos cinco destaques que visam a alterar o texto aprovado. Desses, dois terão votação nominal. Entre os destaques apresentados, o mais polêmico é o que retira do texto a possibilidade da venda e do consumo de bebidas alcoólicas nos estádios de futebol durante a Copa do Mundo de 2014.

      Fórum discute ações para fortalecer gestão ambiental no Amazonas


      O 4º Fopes acontece em Presidente Figueiredo Foto: Divulgação
      O 4º Fopes acontece em Presidente Figueiredo Foto: Divulgação
      O Fórum Permanente de Secretários de Meio Ambiente do Amazonas (4º Fopes) iniciou na manhã desta quarta-feira (28) para discutir ações para fortalecer a gestão ambiental no Estado. O evento acontece no auditório do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas (Ifam), em Presidente Figueiredo (a 107 quilômetros de Manaus). 

      O encontro encerra nesta sexta-feira (30) e tem a presença de secretários e representantes de meio ambiente dos 62 municípios do Estado que participam desta edição do evento.

      O Fórum é uma parceria entre o governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SDS), Associação Amazonense de Municípios (AAM) e a prefeitura do município sede. “Essa parceria tem o objetivo de fortalecer o fórum e, assim, torná-lo independente, para melhorar a atuação nos municípios”, explicou a secretária da SDS, Nádia Ferreira. 

      Entre os temas debatidos no encontro estão à gestão ambiental no Amazonas, programas e projetos ambientais das prefeituras. De acordo com o secretário Municipal de Meio Ambiente de Presidente Figueiredo, Aroldo Bittar, os projetos são as prioridades. “Os secretários têm a oportunidade de compartilhar todas as suas idéias e possíveis planos de ação, o que contribui muito para facilitar e melhorar o nosso trabalho”, afirmou. 

      Investimento


      A SDS disponibilizou o valor de R$ 1 milhão para ajudar os municípios na melhoria das secretarias ambientais, tanto em estrutura quanto em capacitação de profissionais. “Esse dinheiro será utilizado pára compra de equipamentos e na qualificação dos funcionários, para que estejam melhor preparados para atuar firmemente em suas localidades”, disse Nádia Ferreira.

      Ministério libera R$ 8 mi para combater cheia no Amazonas


      A portaria 180 do MIN, com a autorização da transferência dos recursos foi publicado no Diário Oficial de União de hoje, 28. O repasse será executado em um única parcela.
      Cheia deixou 15 municípios do Amazonas em situação de emergência. [ i ]








      Manaus - O Ministério da Integração Nacional (MIN) liberou, nesta quarta-feira (28), R$ 8 milhões para o Amazonas promover ações de socorro, assistência às vítimas e restabelecimento de serviços essenciais atingidas pela cheia.
      De acordo com a portaria do MIM, considerando a natureza e o volume de ações a serem implementadas, o prazo de execução das obras e serviços é de 365 dias, a partir da liberação dos recursos.
      No Amazonas, 15 municípios já estão em situação de emergência, segundo balanço divulgado nesta segunda. De acordo com o órgão, 23 mil famílias foram atingidas pela cheia.

      quarta-feira, 28 de março de 2012

      Semana Santa com peixes mais baratos em Manaus


      Serão comercializados tambaquis, matrinxã, pirarucu, quelônio e bacalhau da Amazônia.

       Redação - jornalismo@portalamazonia.com
      Foto: Glaucia Chair/Portal Amazônia
      MANAUS - Os espaços de venda “Tenda do Peixe” e “Peixe Popular”, em Manaus, serão retomados a partir deste final de semana. O anúncio veio junto às iniciativas de evitar a falta de pescado no período da Semana Santa e também o aumento excessivo de preços, o que sempre ocorre nesta época do ano por especulação dos comerciantes.
      O lançamento da nova edição da “Tenda do Peixe” acontecerá no próximo sábado, dia 31, às 9h, em frente ao Ginásio Amadeu Teixeira, na Avenida Constantino Nery, bairro Flores, zona centro-sul. Os caminhões do “Peixe Popular” voltarão às ruas de Manaus e municípios vizinhos a partir da terça-feira, dia 3 de abril, em locais e horários a serem divulgados.
      A “Tenda do Peixe” terá tambaqui, matrinxã, pirarucu, quelônio e bacalhau da Amazônia com valores mais acessíveis para os consumidores em geral. O jaraqui, curimatã e pacu atenderão aos consumidores de baixa renda pelo valor de R$ 1 o quilo. Serão duas bancas da “Tenda do Peixe” que funcionarão de 31 de março até o dia 7 de abril, das 7h às 20h.
      Serão disponibilizados pelo menos 300 toneladas de pescado. De acordo com a Secretaria de Estado da Produção Rural (Sepror), conforme a demanda, a quantidade oferecida pode aumentar.